Parte VI

INTELECTUAIS ATUANTES

 

Elvo da Graça Raposo – nasceu em 18 de outubro de 1918, filho de Maria do Rosário e Alfredo Antônio Raposo. Advogado, empresário, membro da Academia Campista de Letras, poeta e cronista. Publicou: “Os dias e as horas”, trovas e crônicas, 1998. É casado, tem fihos e vive na cidade de Campos dos Goytacazes, onde tem seu negócio.

Nilson Lopes da Silva, advogado, jornalista, poeta, autor de vários livros infantis, como “A Canção de Matilde”, Edições Paulinas, SP, 1993, e peças infantis premiadas, nasceu em 18 de agosto de 1925, filho de Antônia e Bernardino Sena e Silva. Cursou o Instituto de Educação, no Rio, lecionou, organizou e dirigiu programa educativo na Rádio Roquette Pinto, serviu  ao secretário de Estado de Educação; foi diretor da Escola Quintino Bocaiúva, no Rio, exerceu diversos cargos na administração pública estadual, foi responsável pela área de Educação da Abril Cultural, no Rio, diretor do Sindicato Patronal de Editores de Livros e, em 1983, principal organizador da Bienal do Livro. Recebeu por duas vezes a Medalha Anchieta, por serviços prestados à Educação. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito, Rio. Casado com a professora aposentada, Neusa, tem seis filhos. Autor da peça infantil “Procura-se uma bruxa”, que obteve o prêmio de teatro infantil do Estado na década de 60 e medalha de bronze no concurso municipal de peças para teatro de marionetes com o texto “Godofredo perdeu o sabonete”. Além do livro já citado, tem publicados os seguintes livros infantis: “Cantiga de Sapo” (Ebal), “Sete lâmpadas e um cadeado” e “Um rei passou lá em casa”, (Antares), “Bolo na lanchonete do Guiga”, (Imago), “Cambalhota, o palhaço”, (Memórias Futuras) e “A casa com barulho dentro” (Rio Fundo), todos esgotados e “Cantigasretrato em branco e preto”, (Midi Virti) Rio, 2009. Junto com as filhas mais velhas escreveu o livro de Conhecimentos Gerais de uma das séries de Educação integrada do Mobral, da Abril.

Célio (de Souza) Aquino, escritor, poeta e memorialista, nascido em 22 de julho de 1931, vereador (1963/66), ex-funcionário do Grupo Thoquino e ex-escrivão de cartório, foi um dos fundadores do colégio da Campanha Nacional de Educandários Gratuitos – CNEC, ator amador. Fundou os jornais Voz do Interior, A Voz de São João da Barra e São João da Barra-jornal. Colaborou com os jornais O Caranguejo/O Sanjoanense, do Rio, e jornal S. João da Barra, na segunda fase. Publicou os livros Minhas histórias de São João da Barra, Retrato antigo duma cidade  e Cedaqui, o anarquista.   Recebeu do Legislativo municipal a Medalha do Mérito Barão de Barcelos. Casado com Vanda, tem seis filhos, 12 netos e um bisneto e reside na praça Santo Anton io dos Pobres,no centro de São João da Barra.

Antônio Soares Fernandes (Canico) – nasceu em 7 de novembro de 1912, filho de Floriana Fernandes e José Soares de Souza. Deixou a cidade quando tinha 19 anos. Formou-se em Perito Contador pelo Instituto Comercial de Campos. Aposentou-se como inspetor do Banco do Brasil. Publicou o livro de poesias “Lampejos” em 2002.Tem muitos textos inéditos entre poesia e prosa e o relato “Reminiscências da meninice e juventude”. Casado pela segunda vez, tem oito filhos biológicos e seis adotados.Vive em Venda Nova do Imigrante/ES.

UILTON MALLET – nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1930, filho dos sanjoanenses Marianna e Domingos da Cruz Mallet. Estudou desenho industrial e trabalhou como desenhista de uma fábrica de lustres. Em 1996 terminou de esculpir uma imagem de São Pedro, em tamanho natural, em cedro, trabalho que lhe tomou três anos, para o altar mor da igreja de São Pedro, cuja imagem havia sido roubada mais de 10 anos antes. É viúvo, tem dois filhos e vários netos e mora em São João da Barra. Pintou a tela que retrata o pescador Lourenço do Espírito Santo erguendo a  primeira capela a São João Batista, que serviu para ilustrar a capa da reedição do livro de Fernando José Martins em 2004.

Antônio Nunes dos Santos, advogado, professor universitário, jornalista, nasceu em 27 de agosto de 1939, filho de Rita Maria e Marcelino dos Santos. Membro da Academia Campista de Letras e do Instituto Campista de Literatura e autor dos livros: “Eros e Volúpia” romance, 2007, “Estórias avulsas”, contos, 1994,  “Prazer em conhecer-Te, Senhor”, “Teatro em três peças”, 1996, “Estórias de beira-rio”, contos, 1996; “Brasilíada”, poema, 1996; “Homem, espécie em extinção”, romance, 1997; “Eu e outros eus”, crônicas,  1999;  “Tonunes e vice-verso”, poesia,  1999; “Vida pregressa de M. Dumont Pascoal”, romance, 1999; “Cronicontos”, 2000;  “Felix, felício”, romance, 1997; “Suruba”, romance, 2001; “No limiar do mistério”, 2002, “Viagem maravilhosa pelos caminhos do grauçá”, 2003; “4 contos de reis”, 2003; “Entre parentes (es)” narrativa em prosa e verso, 2004 “Poemia”, poesia, 2007 e “Anima mea” I e II, poesia, 2007, “Contos em contação”, 2008 e Memore migrante, 2009. Recebeu a medalha do mérito Barão de Barcelos, da Câmara Municipal e o título de Cidadão Honorário Campista. Casado com Jocília, tem um casal de filhos e uma neta e reside em Campos dos Goytacazes.

Daniel Valle Ribeiro, professor aposentado de História e Geografia, da UFMG. Graduou-se em 1946, pela PUC/Rio, em História, e pós-graduação na Université Lumiére Lyon 2, França, no período de 1987/89, onde se dedicou ao tema: relações de poder entre Igreja e Estado na Idade Média. Lecionou de 1944 a 51 no Rio e no Colégio Nova Friburgo da Fundação Getúlio Vargas até 1959, quando assumiu o cargo de professor de Magistério do Exército. Em 1960 ingressou na UFMG como professor titular de História Antiga e Medieval. Fala francês, inglês e espanhol e além de muitos artigos em periódicos, tem dois livros publicados: “Igreja e Estado na Idade Média” (Ed. Belo Horizonte, 1995) e “A cristandade do Ocidente Medieval” (Atual Editora/SP, 1995). Escreveu capítulos de sete livros e trabalhos em congressos. Participa de bancas examinadoras e comissões julgadoras da carreira universitária na UFMG e na USP – Universidade de São Paulo. Dedica-se à pesquisa. Nasceu na década de 20, filho de uma sanjoanense e um funcionário dos Correios e Telégrafos. Em função da atividade do pai, mudou-se para o estado do Espírito Santo e depois para o de Minas Gerais. Vive no bairro da Pampulha, em Belo Horizonte, foi casado duas vezes, tem nove filhos e onze netos.

Milson Abreu Henriques – nascido em 9 de maio de 1938, filho de Maura e Coriolano Henriques, poeta, teatrólogo, ator, escritor, chargista, publicou por muitos anos tiras de humor no jornal A Gazeta, de Vitória e a revista em quadrinhos “Ordem da Confraria dos Poetas”, coletânea, 1999, “Ai, tia Zizi, como saí a ti” poesia, 2000, “Entregando os viados de Vitória”, humor, 1992, “Eu fundido”, poesia e humor, 1995, “Vitória dos meus carinhos e descaminhos”, poesia, 2000, “A tímida luz de vela das últimas lembranças”, teatro, “TPM também é coisa de macho”, teatro humor e poesia, 2003, e “Amor, melancolia, ternura e baixaria”, 2006. E as revistas “Amado, o bem dotado”, “O boom da poluição” e “A perereca da Marly” (1998). A peça “À tímida luz de velas” foi transformada em filme pelo ator Jackson Antunes e deverá estrear nos cinemas ainda neste ano de 2010.

CARLOS AA. DE SÁ (Carlos Augusto Abreu de Sá) nasceu em 18 de abril de 1938, filho de Nancy e João Augusto Paes de Sá. Graduado em jornalismo, poeta, escritor, biógrafo, pintor, participou da edição dos jornais O CARANGUEJO/O SANJOANENSE, na década de 1960. Pesquisou e redigiu o texto do Guia Turístico de São João da Barra (2006), editado com erros e por isso teve sua distribuição suspensa. Editou durante 14 anos (1995/2008) o jornal S.JOÃO DA BARRA, que em seus primeiros números se chamou SOL GOITACÁ. Em abril de 2009, na cidade de Cambuci/RJ, o jornal recebeu diploma e medalha de o melhor em mídia alternativa do ano pelo Congresso da Sociedade de Cultura Latina – seção Brasil. Fundou em prédio seu e mantém a CASA DE CULTURA ZENRIQUES, com fotos e documentos antigos e variada biblioteca, com destaque para a que abriga os autores sanjoanenses. E uma coleção de 112 imagens de S. Francisco de Assis. Tem os seguintes livros editados: Antologia de Novos Contistas Brasileiros, participou com dois contos, INL/MEC, Rio, 1971; Canto tentado – poesias, Bloch, Rio, 1972, menção honrosa da UBE/Rio; O pai da menina nua, contos, Cátedra, Rio, 1974; Estórias de desamor, contos, Presença, Rio, 1978; Profissão: escritor, coletânea de entrevistas com escritores brasileiros, publicadas no Suplemento Letras & Problemas do jornal A Notícia, Campos dos Goytacazes, década de 1970, Meridional, RS, 1978; Em todo e qualquer lugar, contos, Shogun Arte, Rio, 1983; Noite escura como breu, novela, Presença, Rio, 1986; Anotações de viagem, poesia, Códice, Brasília/DF, 1994; Zenriques, um jornalista político na província fluminense, biografia, Cultura Goitacá, SJB, 1995; Raíska, contos, Cultura Goitacá, SJB, 2001; Porto da Fortuna, Cultura Goitacá, romance, SJB, 1997; Lourenço das Velhas, Cultura Goitacá, romance,SJB, 1998; Duas lendas sanjoanenses, poemas novos e antigos, poesia, Cultura Goitacá, SJB, 2006; Naufragantes, romance, carlosaadesa.wordpress.com (blog), 2009. Inéditos: A aventura de Pombote (infantil) e Parceira fatal (romance policial). Outros trabalhos: Regulamento modelo de circulação viária para países da América (DNER, Rio, 1976), O pedágio como forma de comunicação social (DNER, Rio, 1982 e Osório e o cordel no norte-fluminenense, ensaio, Facha, Rio, 1983. Casado com Germana, tem dois filhos e dois netos e mora na cidade.

Jorge Gomes Lobato nasceu em 02 de março de 1943, filho de Nair e Joaquim Lobato. Graduou-se em Medicina Veterinária, na UFRRJ, 1967; em Direito, na UNB, 1989, mestrado e doutorado na área de Economia Rural, em Viçosa/MG. Cursos de especialização nas áreas de Elaboração e Avaliação de Projetos no Cendep/Ipea, 1971; em Desenvolvimento Rural, IAM, Montpellier, França, em 1980; Direito Processual na UniCeub/DF, 1994; Direito Civil na Sorbonne/França, 1994; e Direito Constitucional, em Lisboa, Portugal, 1996. Funcionário público federal, representou o Brasil no Conselho Internacional de Carnes do GATT (atual OMC) em Genebra, Suíça, e no Conselho Intergovernamental de Carnes da FAO, Roma, Itália. Aposentado, desempenhou funções de confiança no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ocupando o cargo de Coordenador Geral de Planejamento do Depto. Nacional do Café (1996/99). Leciona Economia em Universidade de Brasília. Casado com Eliene, tem três filhos e reside em Brasília/DF. Recebeu a Medalha do Mérito Barão de Barcelos, da Câmara Municipal sanjoanense.

Alcimar das Chagas Ribeiro, economista com mestrado e doutorado, professor da Uenf, compositor musical, nasceu em 15 de maio de 1952, filho de Nélia e Ademar Ribeiro. Graduado em Ciências Econômicas pela Benett, Rio, 1977, com especialização em Engenharia Econômica, pela Estácio de Sá, 1986, mestrado em Ciências de Engenharia – Uenf, 1998, e doutorado em Ciências da Engenharia em 2002, Uenf. Criador do Projeto Capacitar para Transformar Economias Locais, com projeto de piscicultura em cativeiro, apoiado pela Uenf e pelo Programa Fome Zero, da Petrobrás. Criou o Instituto Multidisciplinar. Casado com Magda, tem duas filhas e reside em São João da Barra.

Paulo Paranhos – embora nascido no Rio de Janeiro/RJ, em 1952, é autor de um livro básico para a historiografia sanjoanense: “São João da Barra – Apogeu e crise do porto do açúcar do norte fluminense” (Teresópolis 2000). Licenciado em História e bacharel em Museologia pela UFRJ e mestre em História pela American World University, de Iowa, Estados Unidos da América. Membro de várias academias de letras, da Associação Brasileira de Genealogia e Pesquisas em História e sócio do Colégio Brasileiro de Genealogia. Foi diretor-geral do Departamento Geral de Arquivo e Documentação Histórica e Diretor do Museu da Justiça. Professor universitário e ex-professor do Colégio Naval. Autor das seguintes obras: “Rio de Janeiro – 240 anos de Justiça”, “Padre Antônio Vieira, o delírio da fé”, “Catálogo de Desembargadores da Justiça Brasileira” como coordenador, “A Casa de Suplicação do Brasil, a modernidade da Justiça Brasileira”, “A Justiça em Niterói, juízes e tribunais”, “Sob o céu azul de Americana – contos e crônicas” eHistória do Rio de Janeiro – tempos cariocas” (Zen, 2008), entre outros. Casado, com filhos, vive em Caxambu/MG.

MANOEL MARTINS, nascido em 1919, filho de Elisa e Leonino Martins Coutinho.  Estudou na Escola Nacional de Belas Artes, graças a uma escultura em madeira que fez do presidente Getúlio Vargas. Escultor, pintor e decorador, área em que ganhou diversos prêmios. Vive no Rio de Janeiro e tem uma filha.

ACY LEAL DE MIRANDA – artista plástico, autodidata, nasceu em 29 de dezembro de 1943, filho de Nelide e Joaquim da Silva Miranda. Tem ateliê na cidade, onde vive com a mulher Maria. Tem dois filhos e cinco netos.

MARCIA COUTINHO (Márcia de Oliveira Martins Coutinho), nasceu em 6 de janeiro de 1959, filha de Marina e Carlos Alberto Simões de Oliveira. Morou em Recife/PE por 12 anos, a partir de 1997, quando se interessou por artes plásticas, estudando com três profissionais pernambucanos. Participou de exposições individuais e coletivas em Recife, Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Rio das Ostras e São João da Barra. Casada, com um filho, vive no município e dedica-se a aprender escultura em argila.

JOÃO NORONHA – Jornalista, escritor, membro correspondente da Academia Campista de Letras, nasceu em Campos dos Goytacazes em 28 de novembro de 1969, filho de Maria Acedelina e  João Noronha Filho, mas vive em Atafona desde 1995. Publicou o livro “Uma dama chamada Atafona”, Cultura Goitacá, 2003. Com o mesmo tema, visto sob ângulos diversos, publicou outro livro que chamou-se “Atafona, sua história, sua gente”, e foi editado pela Academia Campista de Letras em 2007.

 

 

NOVOS TALENTOS

 

Nos últimos anos tem surgido variados talentos em áreas distintas. Entre eles: Hennys Pinto, André Sá, Ademir Moore, Jair Vieira, Augusto Pieroccini (artes plásticas) Thiago Tatoo (desenho, pintura e tatuagem), Murilo e Celma Henriques, Tessa de Almeida Cardoso (Momentos de contraste), Irene Assis Barbosa (Vida revivida), Jurema Rosa, Beldo Valle Macedo, Alcéa Fernandes, Nilse Lobato de Almeida (Retrato de uma saudade), André Pinto e Leany Pinheiro (Literatura), Thiago Henriques, Edevigens M. Cardozo, Júlia Maria, Débora Rangel,  Bruno Costa, Elder Amaral (jornalismo), Joel de Sá Rosa, Antônio Carlos Ribeiro Dias, Vítor Beyruth, Cristiano Papaco, Vinícius Martins, Samiê Komatsu e Tatiano Rangel (Músicos), Rose Gaia, João Batista Rocha, Renato Celso,  Jandaíra (fotografia), Dóris Cunha, Ellen M. Cardoso, Carina Meireles e Ellen Bomgosto (Dança).;  Fernando Antônio Lobato Borges, Silvano Mota, Ana Carolina Berto, Maria Eny Amaral (Tininha), Salvador Tavares (Dodô Preto), Jurema Batista e Guilherme Miranda (teatro).

2 Comentários Add your own

  • 1. Marcia de Oliveira Martins Coutinho  |  5 \05\UTC junho \05\UTC 2012 às 21:10

    Adorei, meu querido Carlos Sá. Parabéns!

    Resposta
  • 2. Beldo valle Macedo  |  23 \23\UTC agosto \23\UTC 2012 às 21:33

    beldo valle macedo
    Obrigado meu amigo poeta, jornalista,sanjoanense de coração,filho de seu João Augusto e D CICI .Por eu estar entre os nossos amigos que de uma maneira ou de outra amam e sempre procuram com humildade divulgar nossa querida São João da Barra

    Resposta

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