PASSEANDO PELA HELLAS II

24 \24\UTC outubro \24\UTC 2013 at 16:27 Deixe um comentário

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De uma ponta a outra do país, na parte continental e nas ilhas, a oliveira é presença constante. Olivais ou oliveirais sem fim se esparramam no terreno pedregoso, escalam os morros, entram pelos quintais das casas. Presença igual só do manjericão, este mais presente nos núcleos urbanos. Os olivais me lembraram demais minha juventude, quando os canaviais dominavam a planície goitacá. Vindo do Rio, onde estudava, eu atravessava aquele mar verde e ondulado, algumas cumeeiras de casas se sobressaindo por entre as folhas que pareciam espadas. Só cumeeiras, o resto era engolido pela plantação.

Segundo o guia muitas das oliveiras são mais que centenárias. Muitas famílias tem suas árvores entre os olivais, que recebem a marca do dono. Na época da colheita a família se reúne para pegar os frutos e encaminhá-los para a cooperativa da região para extração do azeite, que será entregue após a retirada da parte da fábrica. A colheita é feita a cada dois anos. O azeite grego é considerado um dos melhores do mundo,

Nos três primeiros dias ficamos em Atenas, assim denominada em homenagem à sua deusa protetora, deusa da sabedoria. O city tour nos permitiu fotografar monumentos como o estádio olímpico Panatenáico, onde até hoje se realizam as maratonas, o arco de Adriano, o templo de Apolo. É tanta coisa pra se ver que não há olho que chegue.

A Acrópolis, com seu majestoso conjunto de ruínas, onde se sobressai o Partenom, é a cereja do bolo da cidade. Não dá para descrever em algumas linhas o colossal conjunto de templos destruído por terremotos, guerras e pela burrice dos homens. Estávamos no final da temporada turística, mas  o número de pessoas que haviam escalado o monte era imenso. Para tirar uma foto era preciso muita paciência. No centro das ruínas reina o imponente Partenon, principal templo do conjunto, dedicado a Atena, cuja imensa estátua, decorada com ouro, ocupava a nave central. Restam várias colunas originais e dá para se indagar como os homens daquele tempo, com tecnologia rudimentar, ergueram colunas de mais de 150 metros.

Na mitologia helênica, Atenas e Poseidon disputaram o direito de ser o protetor  da cidade. Atenas ganhou, mas como Poseidon era o deus do mar e dos seres marinhos, e usava um tridente com o qual provocava maremotos e outros flagelos, os atenienses ergueram um templo para ele num penhasco nas margens do Egeu. Não queriam correr riscos. Também  deste templo só restam ruínas por onde passeiam livremente gordas perdizes. São protegidas pelo governo, pois estavam à beira da extinção. Muito frequentadas, as ruínas ficam no cabo de Sunion.

 Caminhando por entre pedras – mármore e granito, é um item de exportação do país – fomos almoçar ali perto abobrinha frita com camarão e iogurte e delicioso peixe assado. O iogurte é muito usado na alimentação da população, assim como o mel, fornecido pelo sem número de colmeias espalhadas pelo continente  e pelas ilhas.

Eu havia escrito que desta vez falaria sobre as ilhas, mas é tanta coisa vista que não sei quando contarei sobre elas. Temos os santuários de Epidauros e Olympia, a praia de areia negra – não é monazítica – de Kamare e as escavações de Oia, que qualquer dia chego às ilhas, se o leitor tiver a paciência de me acompanhar.

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