VOCÊ CONFIA NOS POLÍTICOS?

31 \31\UTC julho \31\UTC 2009 at 11:06 Deixe um comentário

Com a catadupa de acusações que desabam sobre o impoluto presidente do Senado Federal e ex-presidente da República, José Sarney, dificilmente essa pergunta será respondida afirmativamente. Como tem acontecido todas as vezes que os institutos de pesquisa a fazem ao distinto público. Numa escala de 1 a 10, normalmente os políticos ficam com o último lugar na confiança dos eleitores.
Desvio de verbas, nepotismo, mensalão, venda de passagens aéreas exclusivas dos deputados, mordomias e privilégios, as tungas ao erário público, ou seja, aos nossos bolsos, é o cotidiano das figuras que representam a população. Alguns tem o desplante de afirmar que estão se lixando para a opinião pública, para a opinião dos que os elegeram. E pela maneira como agem a gente sabe que é a mais pura verdade.
Se numa conversa surge o nome de algum político, as pessoas torcem o nariz, viram a cara, se esconjuram. Antigamente os pais davam aos filhos nomes de presidentes como Getúlio ou personalidades como Ruy Barbosa. Hoje preferem nomes exdrúxulos, em inglês macarrônico, como Keverson, Keytiane, Rayane, Khristópherson e similares. “Não quero que meu filho carregue o peso do nome de um safado”, disse um homem que estava registrando o filho com o nome de Kyerreston. “Com um nome em inglês, concluiu, amanhã ou depois ele pode se estabelecer em Miami.” Daqui a algum tempo, em nossa terra, vão aparecer crianças com nome em mandarim estropiaado.
Voltando aos impecáveis representantes do povo no Congresso, o que mais intriga é ver que apesar das denúncias comprovadas, das renúncias para evitar cassações, das prisões televisionadas, nas eleições seguintes os eleitores sufragam os nomes dos indigitados. Estão aí Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Paulo Maluf e outros menos enxovalhados que não me deixam mentir. Será que o povo ama mesmo os espertos, nome suave para designar corruptos e corruptores? Será que os eleitores não têm realmente memória?
Sempre votei em Lula, desde que surgiu no cenário político brasileiro, na esperança de um mundo melhor. Fiquei abismado com a manipulação daquele famoso debate na televisão entre ele e Collor, que o fez perder a eleição. Com tristeza o vi ir diminuindo, diminuindo, até quase se anular diante do atleta impávido, que mais tarde diria que o tempo era o senhor da razão, como Sarney, que evocou o filósofo Sêneca para informar aos pasmos eleitores que viram terríveis acusações desabarem sobre sua cabeça, que vencerá a crise com paciência, silêncio e tempo. Onde estava o lustre que não desabou na hora em cima dele?
Pois é, minha memória de velho não é tão curta e traz de volta os caras pintadas exigindo na rua a renúncia de Collor, elegendo anos depois o líder operário cheio de bons propósitos. Mas agora, ao ver os dois políticos antes adversários carinhosamente abraçados, o que devo pensar ?
Com a catadupa de acusações que desabam sobre o impoluto presidente do Senado Federal e ex-presidente da República, José Sarney, dificilmente essa pergunta será respondida afirmativamente. Como tem acontecido todas as vezes que os institutos de pesquisa a fazem ao distinto público. Numa escala de 1 a 10, normalmente os políticos ficam com o último lugar na confiança dos eleitores.
Desvio de verbas, nepotismo, mensalão, venda de passagens aéreas exclusivas dos deputados, mordomias e privilégios, as tungas ao erário público, ou seja, aos nossos bolsos, é o cotidiano das figuras que representam a população. Alguns tem o desplante de afirmar que estão se lixando para a opinião pública, para a opinião dos que os elegeram. E pela maneira como agem a gente sabe que é a mais pura verdade.
Se numa conversa surge o nome de algum político, as pessoas torcem o nariz, viram a cara, se esconjuram. Antigamente os pais davam aos filhos nomes de presidentes como Getúlio ou personalidades como Ruy Barbosa. Hoje preferem nomes exdrúxulos, em inglês macarrônico, como Keverson, Keytiane, Rayane, Khristópherson e similares. “Não quero que meu filho carregue o peso do nome de um safado”, disse um homem que estava registrando o filho com o nome de Kyerreston. “Com um nome em inglês, concluiu, amanhã ou depois ele pode se estabelecer em Miami.” Daqui a algum tempo, em nossa terra, vão aparecer crianças com nome em mandarim estropiaado.
Voltando aos impecáveis representantes do povo no Congresso, o que mais intriga é ver que apesar das denúncias comprovadas, das renúncias para evitar cassações, das prisões televisionadas, nas eleições seguintes os eleitores sufragam os nomes dos indigitados. Estão aí Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Paulo Maluf e outros menos enxovalhados que não me deixam mentir. Será que o povo ama mesmo os espertos, nome suave para designar corruptos e corruptores? Será que os eleitores não têm realmente memória?
Sempre votei em Lula, desde que surgiu no cenário político brasileiro, na esperança de um mundo melhor. Fiquei abismado com a manipulação daquele famoso debate na televisão entre ele e Collor, que o fez perder a eleição. Com tristeza o vi ir diminuindo, diminuindo, até quase se anular diante do atleta impávido, que mais tarde diria que o tempo era o senhor da razão, como Sarney, que evocou o filósofo Sêneca para informar aos pasmos eleitores que viram terríveis acusações desabarem sobre sua cabeça, que vencerá a crise com paciência, silêncio e tempo. Onde estava o lustre que não desabou na hora em cima dele?
Pois é, minha memória de velho não é tão curta e traz de volta os caras pintadas exigindo na rua a renúncia de Collor, elegendo anos depois o líder operário cheio de bons propósitos. Mas agora, ao ver os dois políticos antes adversários carinhosamente abraçados, o que devo pensar ?
Com a catadupa de acusações que desabam sobre o impoluto presidente do Senado Federal e ex-presidente da República, José Sarney, dificilmente essa pergunta será respondida afirmativamente. Como tem acontecido todas as vezes que os institutos de pesquisa a fazem ao distinto público. Numa escala de 1 a 10, normalmente os políticos ficam com o último lugar na confiança dos eleitores.
Desvio de verbas, nepotismo, mensalão, venda de passagens aéreas exclusivas dos deputados, mordomias e privilégios, as tungas ao erário público, ou seja, aos nossos bolsos, é o cotidiano das figuras que representam a população. Alguns tem o desplante de afirmar que estão se lixando para a opinião pública, para a opinião dos que os elegeram. E pela maneira como agem a gente sabe que é a mais pura verdade.
Se numa conversa surge o nome de algum político, as pessoas torcem o nariz, viram a cara, se esconjuram. Antigamente os pais davam aos filhos nomes de presidentes como Getúlio ou personalidades como Ruy Barbosa. Hoje preferem nomes exdrúxulos, em inglês macarrônico, como Keverson, Keytiane, Rayane, Khristópherson e similares. “Não quero que meu filho carregue o peso do nome de um safado”, disse um homem que estava registrando o filho com o nome de Kyerreston. “Com um nome em inglês, concluiu, amanhã ou depois ele pode se estabelecer em Miami.” Daqui a algum tempo, em nossa terra, vão aparecer crianças com nome em mandarim estropiaado.
Voltando aos impecáveis representantes do povo no Congresso, o que mais intriga é ver que apesar das denúncias comprovadas, das renúncias para evitar cassações, das prisões televisionadas, nas eleições seguintes os eleitores sufragam os nomes dos indigitados. Estão aí Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Paulo Maluf e outros menos enxovalhados que não me deixam mentir. Será que o povo ama mesmo os espertos, nome suave para designar corruptos e corruptores? Será que os eleitores não têm realmente memória?
Sempre votei em Lula, desde que surgiu no cenário político brasileiro, na esperança de um mundo melhor. Fiquei abismado com a manipulação daquele famoso debate na televisão entre ele e Collor, que o fez perder a eleição. Com tristeza o vi ir diminuindo, diminuindo, até quase se anular diante do atleta impávido, que mais tarde diria que o tempo era o senhor da razão, como Sarney, que evocou o filósofo Sêneca para informar aos pasmos eleitores que viram terríveis acusações desabarem sobre sua cabeça, que vencerá a crise com paciência, silêncio e tempo. Onde estava o lustre que não desabou na hora em cima dele?
Pois é, minha memória de velho não é tão curta e traz de volta os caras pintadas exigindo na rua a renúncia de Collor, elegendo anos depois o líder operário cheio de bons propósitos. Mas agora, ao ver os dois políticos antes adversários carinhosamente abraçados, o que devo pensar ?
Com a catadupa de acusações que desabam sobre o impoluto presidente do Senado Federal e ex-presidente da República, José Sarney, dificilmente essa pergunta será respondida afirmativamente. Como tem acontecido todas as vezes que os institutos de pesquisa a fazem ao distinto público. Numa escala de 1 a 10, normalmente os políticos ficam com o último lugar na confiança dos eleitores.
Desvio de verbas, nepotismo, mensalão, venda de passagens aéreas exclusivas dos deputados, mordomias e privilégios, as tungas ao erário público, ou seja, aos nossos bolsos, é o cotidiano das figuras que representam a população. Alguns tem o desplante de afirmar que estão se lixando para a opinião pública, para a opinião dos que os elegeram. E pela maneira como agem a gente sabe que é a mais pura verdade.
Se numa conversa surge o nome de algum político, as pessoas torcem o nariz, viram a cara, se esconjuram. Antigamente os pais davam aos filhos nomes de presidentes como Getúlio ou personalidades como Ruy Barbosa. Hoje preferem nomes exdrúxulos, em inglês macarrônico, como Keverson, Keytiane, Rayane, Khristópherson e similares. “Não quero que meu filho carregue o peso do nome de um safado”, disse um homem que estava registrando o filho com o nome de Kyerreston. “Com um nome em inglês, concluiu, amanhã ou depois ele pode se estabelecer em Miami.” Daqui a algum tempo, em nossa terra, vão aparecer crianças com nome em mandarim estropiaado.
Voltando aos impecáveis representantes do povo no Congresso, o que mais intriga é ver que apesar das denúncias comprovadas, das renúncias para evitar cassações, das prisões televisionadas, nas eleições seguintes os eleitores sufragam os nomes dos indigitados. Estão aí Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Paulo Maluf e outros menos enxovalhados que não me deixam mentir. Será que o povo ama mesmo os espertos, nome suave para designar corruptos e corruptores? Será que os eleitores não têm realmente memória?
Sempre votei em Lula, desde que surgiu no cenário político brasileiro, na esperança de um mundo melhor. Fiquei abismado com a manipulação daquele famoso debate na televisão entre ele e Collor, que o fez perder a eleição. Com tristeza o vi ir diminuindo, diminuindo, até quase se anular diante do atleta impávido, que mais tarde diria que o tempo era o senhor da razão, como Sarney, que evocou o filósofo Sêneca para informar aos pasmos eleitores que viram terríveis acusações desabarem sobre sua cabeça, que vencerá a crise com paciência, silêncio e tempo. Onde estava o lustre que não desabou na hora em cima dele?
Pois é, minha memória de velho não é tão curta e traz de volta os caras pintadas exigindo na rua a renúncia de Collor, elegendo anos depois o líder operário cheio de bons propósitos. Mas agora, ao ver os dois políticos antes adversários carinhosamente abraçados, o que devo pensar ?

Com a catadupa de acusações que desabam sobre o impoluto presidente do Senado Federal e ex-presidente da República, José Sarney, dificilmente essa pergunta será respondida afirmativamente. Como tem acontecido todas as vezes que os institutos de pesquisa a fazem ao distinto público. Numa escala de 1 a 10, normalmente os políticos ficam com o último lugar na confiança dos eleitores.
Desvio de verbas, nepotismo, mensalão, venda de passagens aéreas exclusivas dos deputados, mordomias e privilégios, as tungas ao erário público, ou seja, aos nossos bolsos, é o cotidiano das figuras que representam a população. Alguns tem o desplante de afirmar que estão se lixando para a opinião pública, para a opinião dos que os elegeram. E pela maneira como agem a gente sabe que é a mais pura verdade.
Se numa conversa surge o nome de algum político, as pessoas torcem o nariz, viram a cara, se esconjuram. Antigamente os pais davam aos filhos nomes de presidentes como Getúlio ou personalidades como Ruy Barbosa. Hoje preferem nomes exdrúxulos, em inglês macarrônico, como Keverson, Keytiane, Rayane, Khristópherson e similares. “Não quero que meu filho carregue o peso do nome de um safado”, disse um homem que estava registrando o filho com o nome de Kyerreston. “Com um nome em inglês, concluiu, amanhã ou depois ele pode se estabelecer em Miami.” Daqui a algum tempo, em nossa terra, vão aparecer crianças com nome em mandarim estropiaado.
Voltando aos impecáveis representantes do povo no Congresso, o que mais intriga é ver que apesar das denúncias comprovadas, das renúncias para evitar cassações, das prisões televisionadas, nas eleições seguintes os eleitores sufragam os nomes dos indigitados. Estão aí Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Paulo Maluf e outros menos enxovalhados que não me deixam mentir. Será que o povo ama mesmo os espertos, nome suave para designar corruptos e corruptores? Será que os eleitores não têm realmente memória?
Sempre votei em Lula, desde que surgiu no cenário político brasileiro, na esperança de um mundo melhor. Fiquei abismado com a manipulação daquele famoso debate na televisão entre ele e Collor, que o fez perder a eleição. Com tristeza o vi ir diminuindo, diminuindo, até quase se anular diante do atleta impávido, que mais tarde diria que o tempo era o senhor da razão, como Sarney, que evocou o filósofo Sêneca para informar aos pasmos eleitores que viram terríveis acusações desabarem sobre sua cabeça, que vencerá a crise com paciência, silêncio e tempo. Onde estava o lustre que não desabou na hora em cima dele?
Pois é, minha memória de velho não é tão curta e traz de volta os caras pintadas exigindo na rua a renúncia de Collor, elegendo anos depois o líder operário cheio de bons propósitos. Mas agora, ao ver os dois políticos antes adversários carinhosamente abraçados, o que devo pensar ?

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A LUA NÃO É MAIS DOS NAMORADOS FABRICANDO SEM TERRAS

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